Puxa-Palavra: Suzana Sousa entrevista Paula Nascimento (CCBA)

Acontece nesta sexta-feira (14.07.2018) a primeira edição do “Puxa-Palavra” no Centro Cultural Brasil-Angola (CCBA), com uma entrevista entre a curadora Suzana Sousa, enquanto entrevistadora, e a arquitecta Paula Nascimento, como entrevistada. O evento insere-se na exposição internacional “A Língua Portuguesa Em Nós“, que vem de São Paulo, Brasil, para Luanda, por intermédio do CCBA. A exposição pretende retratar e “explorar a história e diversidade” da Língua Portuguesa, e decorre entre os dias 13 de Junho e 3 de Agosto do presente ano, entre as terças-feiras e os domingos, das 10h às 20h, e conta com a coordenação artística do escritor Ondjaki.

Flyer divulgado pela organização. Fonte aqui

A entrada é gratuita, e deixamos aqui a descrição do evento e das suas protagonistas, extraída na íntegra da página de Facebook do evento:

18h15 – Puxa-palavra Susana Souza entrevista Paula Nascimento
Debate com o Público
ENTRADA GRATUITA
Classificação etária: a partir de 14 anos

O que é o evento:
Debates com dois convidados, em que um assume prioritariamente o papel de entrevistador. Conversas com a duração de 1h20 ; (entrevista 50min + 30min debate aberto).

Paula Nascimento
Arquiteta & Curadora Independente.
Mestre em Arquitetura pela Architectural Association School of Architecture e pela London Southbank University. Fundadora da Beyond Entropy África, estúdio de investigação que se debruça sobre os campos da arquitetura, urbanismo, artes visuais e
geopolítica e do Colectivo Pés Descalços.
Co-curadora, com Stefano Rabolli Pansera de Beyond Entropy Angola (13a Bienal de Arquitectura de Veneza, 2012; Making Africa – Design Indaba Cape Town 2015; Constellations.s.habiter le monde, Bordeaux 2016); Luanda Encyclopedic City (55a Bienal de Artes de Veneza, 2013; colecção permanente do Zeitz MOCAA, Cape Town), Ilha de São Jorge (14a Bienal de Veneza de Arquitectura; ICA Londres; Hangar Biccoca Milano; Hangar – Centro de Investigação Artística, Lisboa 2015; Encontres de Bamako Mali – 2015), From Hands to Mind (Experimenta Design Lisboa 2015, XXI Design After Design – Trienal de Milão 2016).
Como curadora independente, participa em projectos como Being and Becoming:
Complexities of the African Identity (co-curadoria com Raphael Chikukwa; Unisa Gallery, 2016), Being Her (e): Mediations on African Feminities (co-curadoria com Violet Nantume, Refilwe Nkomo e Thato Magotsi, Joanesburgo e Luanda 2017), Ambundulando (co-curadoria com Suzana Sousa, Luanda 2017), e LUUANDA (co-curadoria com Suzana Sousa, Hangar – centro de Investigação artística em Lisboa, Novembro 2017).
Co-editora da publicação Ilha de São Jorge – Visões desassombradas (BE Books, 2014) com Ana Vaz Milheiros e Stefano Serventi. Tem textos publicados em diversas revistas
e jornais. Foi Júri do Prémio Novo Banco de Fotografia e da Feira de Arte de Joanesburgo em 2016, palestrante em diversas instituições académicas, entre elas a Universidade Metodista de Angola, Universidade Agostinho Neto, Italcementi Research Lab, Politécnico di Milano, Museu de Serralves, Vansa, entre outros. Desde 2012 colabora com a Comissão de Angola para a Expo, tendo participado em projectos como o Pavilhão de Angola na Expo Yeosu Coreia 2012 e Expo Milano 2015 enquanto
Arquitecta/Directora de Projecto.
Actualmente integra o projecto African Mobilities: This is not a Refugee Camp ( Wits University Joanesburgo e Munique 2018) como colaboradora regional.
Galardoada com os prémios Leão de Ouro para Melhor Participação Nacional em 2013 na Bienal de Veneza, Prémio Especial ArcVision Women for Expo (2015) e Prémio Angola 35o Artes e Cultura (2013 e 2016), African Architecture Awards 2017.

Susana Souza
Curadora independente. Exposições recentes:Luuanda, co-curadoria com Paula Nascimento, Hangar Centro de Pesquisa artística, Lisboa. Ambundulando, exposição individual do artista Januário Jano, co-curadoria com Paula Nascimento, Centro Cultural Português, Luanda.Imbanba ya Muhatu – Coisas de mulher, com as artistas Keyezua e Wura Natacha-Ogunji, Centro Cultural Português, Luanda; Seeds of Memory para o pavilhão angolano na Expo Milano 2015, no mesmo ano Love me Love me Not, Arte da Coleção Sindika Dokolo,na Biblioteca Almeida Garreth no Porto, Portugal. Em 2014,Tipo Passe, exposição individual Edson Chagas, no Centro Cultural Português em Luanda; co-curadoria do projeto Sights and Sounds, no The Jewish Museumem Nova Iorque e parte do comitê de aconselhamento (Advisory committee) da New Musem Triennial.
Doutoranda em Antropologia no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa com o projecto de pesquisa denominado ‘A nacionalização da arte em Angola: contextos políticos da construção da arte angolana.” Faz parte do Colectivo Cultura Pés Descalços.”

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