ObA apresenta: Emerging Architecture Studios Based in Luanda

“Emerging Architecture Studio Based in Luanda”, será uma exposição colectiva de arquitectura com curadoria do Arq. Jaime Mesquita, director criativo do Office building for Architects-ObA, com data de abertura para o mês de Outubro no Salão Internacional de Exposições do Museu Nacional de História Natural, em Luanda. A exposição contará com trabalhos de 7 ateliers de arquitectura com sede em Luanda, sendo eles: Building Society for Architecture; IDaio; José Godinho; Luand’Arq; MATAG; Paula Nascimento; e ObA. Além destes ateliers, a exposição contará também com a presença do DOCOMOMO Angola enquanto convidado especial.

Flyer do evento disponibilizado pela organização. © ObA

Além da exposição no Museu Nacional de História Natural, o evento contará também com uma série de aulas abertas, leccionadas pelos principais intervenientes de cada um dos estúdios, nas quais pretende-se explorar a abordagem, metodologia e filosofia de trabalho de cada atelier. As aulas terão lugar nas Universidades: Agostinho Neto; Lusíada; e Metodista; e a data e local de cada uma delas serão divulgadas ao longo do mês de Setembro aqui na plataforma. A “Emerging Architecture Studios Based in Luanda” conta a colaboração do The Sanzala, com o apoio institucional da Ordem dos Arquitectos de Angola e do Governo da Província de Luanda, bem como com o patrocínio da Alaturca Pedras Naturais, TRANSINVESTE Construções AngolaTintas CIN Angola, e da PHN Maquetes.

Segue um pequeno texto introdutório sobre a exposição, divulgado pela organização:

Introdução:

Uma nova geração de arquitectos e atelier’s tem vindo a surgir em Luanda com influências variadas pelas suas experiências nas mais diversificadas áreas de actuação e escalas de trabalho.

Falar-se sobre temas a volta da arquitectura, leva-nos a perceber todo um contexto histórico que ao longo dos tempos tem vindo a influenciar a maneira de como olhamos e transformamos o nosso espaço habitável (a casa) assim como as nossas cidades.

Peter Zunthor no seu livro “pensar a arquitectura” fala-nos de temas que são transversais a qualquer sociedade, quando diz que “a arquitectura tem o seu espaço de existência, encontra-se numa ligação física especial com a vida” e que “projectar significa inventar”.

De facto, a importância de reflexão sobre a arquitectura em Angola no contexto actual, deve ser encarada como forma de (re)inventar novos paradigmas espaciais, formais, tectónicos e até construtivos caracterizando fortemente uma arquitectura local e não global.

A exposição colectiva de arquitectura, surge um pouco para dinamizar e promover ideias de jovens arquitectos que têm estado a procura de novas maneiras de dinâmicas de projectar re-inventado novos códigos e linguagens na arquitectura Angolana. Neste contexto, sete ateliers de jovens arquitectos em Luanda, irão expôr os seus trabalhos de maior relevância e em variadas escalas. Com isso, teremos também as aulas abertas que serão preferidas pelos ateliers seleccionados onde irão apresentar as suas metodologias de projecto.

A presença do DOCOMOMO Angola na exposição como convidado especial, torna-se fundamental no processo global de reflexão da arquitectura angolana devido a sua principal actividade de documentar toda uma arquitectura do séc. XX caracterizada pelo movimento moderno cujo a sua presença nas cidades de Angola se fazem sentir nas mais variadas escalas de trabalho.

Objectivos:

Com esta exposição colectiva, pretende-se aglomerar jovens criativos durante o mês de Setembro/Outubro para a abordagem e reflexão da arquitectura angolana no séx. XXI e possíveis caminhos na procura de uma arquitectura com identidade local, assim como dar a conhecer ateliers que têm produzido trabalhos com elevado sentido crítico, estético e criativo, contribuindo para a excelência da arquitectura contemporânea em Angola.

O Arq. Jaime Mesquita como curador da exposição e o The Sanzala como parceiro de comunicação digital, convidam a todos os interessados em arquitectura e arte a visitarem a exposição que estará patente no Museu Nacional de História Natural.

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